Após caso Dark Horse, Flávio entra na mira da PGR por suposto atentado à soberania
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pode voltar a ser alvo da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Isso porque um grupo de deputados federais da base governista apresentou uma representação pedindo que o órgão investigue a atuação do parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos na discussão sobre o enquadramento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.Tudo sobre Política em primeira mão!
O documento, protocolado na última sexta-feira, 29, é assinado por Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Chico Alencar (PSOL-RJ), Duda Salabert (PDT-MG), Heloísa Helena (Rede-RJ), Luiza Erundina (PSOL-SP), Luizianne Lins (PT-CE) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP).
Os parlamentares argumentam que as reuniões de Flávio com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, podem representar afronta à soberania nacional.
Na representação, o grupo cita reportagens que atribuem a decisão americana a uma articulação conduzida por integrantes da família Bolsonaro e destaca que o próprio senador comemorou publicamente a medida.

