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Alegria de Flávio fica só no lado de Luís Eduardo. Nas pesquisas vai mal

Se Flávio Bolsonaro colheu palmas na visita a Luís Eduardo Magalhães anteontem, ontem a notícia já não foi boa. Nova pesquisa da Genial/Quaest dá Lula com 39% e ele com 29 e no 2º turno 44 a 38. Em maio, ele tinha 33%, caiu 4 pontos.

As pesquisas mostram que ele perdeu com o caso do filme do pai e o Banco Master e perde com as ameaças de tarifaço de Trump. Mas também que tem uma faixa do eleitorado cativa.Tudo sobre Levi Vasconcelos em primeira mão!

E aí vem o leitor Gilcimar Azevedo, morador da Ribeira, e pergunta: se a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que atualiza o Índice de Preços ao Consumidor, o IPC, diz que em abril o preço dos alimentos subiu 0,81% e em maio, pior ainda, atingiu 1,14%, isso não prejudica Lula?

MARKETING – Preclaro, dizem que o que levanta ou derruba governo é a economia. Pode até ser que o governante caia com ela indo bem, mas nunca sobe com ela indo mal.

No caso em apreço, as pesquisas, como a da Quaest, nada detectaram. E tudo indica que o preço do alimento sobe cá como da guerra dos EUA contra o Irã. Nada indica que no conjunto da economia algo esteja fora de tom. Mas na guerra da comunicação o time de Lula, com o baiano Sidônio Palmeira, que puxou outros baianos, está ligado.

Os baianos marqueteiros dizem que se o preço da comida está subindo, o do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, do PNUD (ONU), Ipea e Fundação João Pinheiro, que é do bem, diz que o Brasil deu um salto muito alto no setor. Vamos ver o que a campanha dirá.

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