Saiba o que pode funcionar em Salvador durante decreto de medidas restritivas

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), detalhou nesta sexta-feira (26) as medidas restritivas que passam a valer a partir da segunda-feira (29) na cidade e seguem até 5h do dia 5 de abril. 

Entre os estabelecimentos e serviços que estão autorizados a funcionar estão: supermercados, panificadoras, delicatessens e açougues; farmácias e drogarias; agências bancárias e lotéricas; serviços públicos considerados essenciais; serviços de delivery de retirada no local desde que as portas dos estabelecimentos se mantenham fechadas ao públicos; hospital dia e serviços de saúde (exceto atendimentos eletivos em clínicas odontológicas e dermatológicas); serviços de imagem radiológica; atendimento de tratamentos contínuos a exemplo de oncologia, hemoterapia e hemodiálise; laboratório de análises clínicas; estabelecimentos que forneçam insumos hospitalares. 

Também estão autorizados as clínicas veterinárias e pet shops (exceto serviço de banho e tosa, que só poderão ser realizados através de delivery); postos de combustível; centrais de telecomunicações (call centers) que operam 24 horas; 
 

Correios e empresas de encomendas e mercadorias também estão autorizados a funcionar, assim como cemitérios e serviços funerários; cartórios de registros das pessoas naturais, principalmente para que seja feito o registro dos óbitos; atividades industriais (exceto construção civil), sob a justificativa de que este setor carrega muito no transporte público, e por isso vai seguir fechado. 

As escolas podem funcionar exclusivamente com a finalidade de gravação e transmissão de aulas virtuais, observando os protocolos pertinentes; serviços de consertos e reparos emergenciais de imóveis também. 

Hostéis, pousadas e demais estabelecimentos de alojamento estão autorizados, desde que os serviços ofertados estejam disponíveis exclusivamente para os hóspedes. 

Com foco na redução de circulação de pessoas nas ruas da capital baiana, as obras, inclusive públicas, estarão suspensas neste período. 

Bruno Reis afirmou que “passamos pelo pior momento da segunda onda”, mas que a manutenção das medidas é necessária para assegurar que os números continuem caindo, e assim  garantir a retomada das atividades econômicas. “E com o reforço dessas medidas, vamos assegurar a abertura do comércio no dia 5”, disse o prefeito.

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