Fieb acredita que economia baiana terá prejuízos limitados com coronavírus

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) acredita que economia baiana terá “prejuízos limitados” e de “curto prazo” com coronavírus.

“Apesar de ainda não haver registrado qualquer caso de contaminação em seu território, a economia da Bahia deve sofrer impacto negativo decorrente da ocorrência da epidemia [possível pandemia] do coronavírus. Tem-se percebido um desencadear global de relativo pânico, provocando efeitos econômicos sobre as bolsas de todo mundo, mercado de câmbio e sobre cadeias de valor globais, especialmente aquelas mais dependentes da produção da China, país de origem da epidemia e nosso principal parceiro comercial [destino de um quarto das exportações baianas]”, diz, em nota.

A Fieb frisa ainda que o maior impacto está ocorrendo na economia chinesa, com o fechamento de algumas fábricas, regiões em quarentena e a redução da atividade comercial pelo medo de contágio dos cidadãos, reduzindo a atividade econômica. Além da China, os países mais afetados são a Coreia do Sul, Itália, Irã e Japão, com a ocorrência de interrupção de serviços, cancelamento de eventos e paralisação de atividades. 

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